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Caso Débora: Material genético de suspeito está sendo comparado com vestígios encontrados no corpo da menina
Seg, 17 de Abril de 2017 19:31


A Polícia Civil do Estado do Ceará, por meio da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), encaminhou na manhã desta segunda-feira (17) para a Perícia Forense do Estado (Pefoce) o material genético de Walderir Batista dos Santos (39) preso na última quinta-feira (13) suspeito da morte de Débora. Também conhecido como "Bracinho", Walderir já responde seis procedimentos policiais por homicídio, lesão corporal, roubo e ameaça.

Durante coletiva de imprensa, realizada na tarde de hoje, a cúpula da segurança pública divulgou detalhes do trabalho investigativo que resultou na prisão do suspeito. "Nós, que fazemos a segurança pública do Estado, não medimos esforços, num  primeiro momento, para localizar a Débora com vida. Utilizamos nossos melhores recursos para realizar buscas. Infelizmente, não logramos êxito. Porém, com a descoberta do corpo passamos a investigar para descobrir o responsável por esse crime tão cruel. Não paramos até dar a resposta que a família e a sociedade pedia", afirmou André Costa, secretário da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

A prisão de Walderir ocorreu em um local conhecido como "Carandiru", no bairro São José na Parnaíba, no Estado do Piauí, para onde o homem fugiu após cometer o crime. Policiais civis do Departamento de Inteligência Policial (DIP) da PCCE foram responsáveis pela captura. Após a prisão, o homem foi conduzido para a sede da DHPP, em Fortaleza, onde confessou o crime. "Durante as investigações acerca do sumiço de Débora, descobrimos que concomitantemente Walderir, que era frequentador da região, também desapareceu. E ele possuía as características da pessoa que procurávamos como principal suspeito. Passamos então a diligenciar nos possíveis endereços onde ele costumava frequentar", disse Rene Andrade, diretor do DIP. Ainda segundo o diretor, a Polícia descobriu que o homem teria parentes na Parnaíba, então passaram a diligenciar na região.

Conforme o diretor da DHPP, Leonardo Barreto, a Polícia investiga agora a motivação do crime. "Essa versão dele que cometeu o crime por vingança, devido à venda de flanelas no local, ainda é apurada", disse o delegado. Em depoimento, o homem confessou o crime e afirmou que Débora não chorou. "Ele disse que pegou na mão dela e seguiu andando normalmente até o local onde o corpo foi encontrado", disse Leonardo. Walderir afirmou ainda que utilizou uma pedra para matá-la.

O caso
O desaparecimento e morte de Débora, ocorridos na noite do dia 27 de março, no bairro Aerolândia, foi apurado pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), que é responsável por investigar casos desta natureza, com o apoio do Departamento de Inteligência Policial (DIP) e da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

As buscas nas proximidades onde ocorreu o fato foram realizadas por policiais militares do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), da Companhia de Policiamento com Cães (CPCães) do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), e do Policiamento Ostensivo Geral e do Ronda da área; bombeiros da Seção de Buscas e Resgates de Salvamento com Cães e da guarnição de Salvamentos 01; além de servidores da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) da SSPDS, que realizam sobrevôos na região.

A localização do corpo ocorreu no último dia 07, em um terreno na Avenida Almirante Henrique Sabóia (Via Expressa), e a identificação do corpo foi finalizada, na tarde do dia 10, após exame de análise do DNA.

 

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